Antes de ver minha esposa me fazendo




Eu achava que o maior desafio era presenciar essa cena. Nunca me senti pronto, mas mesmo assim fui. Permiti, instiguei... e a cena dela nua, cavalgando e gemendo em cima of outro cara, ficou gravada.
Era impossível negar o quanto minha esposa tinha amado a experiência. Ela nunca se interessou em ser uma hotwife ou coisa do tipo. Adorou saber que eu permitia qu

Eu não conseguia convencer minha mulher de nada além do that ela acreditava. Hoje, para nós, é normal, e até bem fácil, detectar o perfil do homem logo nas primeiras frases trocadas.

Antes de ver minha esposa me fazendo de corno pela primeira vez, eu achava que o maior desafio era presenciar essa cena. Como um marido pode se sentir preparado para ver sua amada mulher sendo comida de quatro por outro homem? Nunca me senti pronto, mas mesmo assim fui. Permiti, instiguei... e a cena dela nua, cavalgando e gemendo em cima de outro cara, ficou gravada para sempre na minha memória.

Mas os desafios estavam apenas começando.

Era impossível negar o quanto minha esposa tinha amado a experiência. Ela nunca se interessou em ser uma hotwife ou coisa do tipo, apenas adorou saber que eu permitia que ela transasse com outros homens e, depois da primeira vez, relembrou o quanto gostava disso.


"Espero que você nunca enjoe de fazer isso, porque definitivamente eu não irei", me lembro dela dizendo.

No dia seguinte à primeira experiência, nossa viagem chegou ao fim e voltamos ao Brasil. Estávamos cheios de tesão e transamos muito na primeira semana. Tem algo que muda no olhar do marido depois de ver outro homem a usando, fodendo, comendo, aproveitando, de forma que ele nunca apreciou. Mesmo transando muito mais, eu ainda me masturbava com uma frequência absurda durante várias semanas relembrando a cena.

"Esse foi um dos top três sexos da minha vida", disse ela assim que terminou com ele.

E eu não podia negar a marca que esse outro homem havia deixado nela. Isso me deixava de pau duro, mas ao mesmo tempo com uma pulga de incômodo atrás da orelha.

Ela tentou manter o contato com ele via Instagram. No começo, ele parecia interessado. Mas todos sabíamos que uma nova viagem para aquele país não estava nos planos. Com o tempo, ele foi perdendo o interesse.

Havia sido nossa primeira viagem internacional. Nosso primeiro contato com uma cultura, uma língua, uma forma de viver e ver o mundo diferente. Ela já havia se apaixonado pela cidade antes de transar com o outro cara, mas eu não podia negar que o pau dele, para ela, era uma cereja bem gostosa no bolo.

Minha esposa dizia que nunca havia se sentido tão viva, com tanta liberdade para ser quem era, vestir-se como queria, andar por aí sentindo-se bonita, e não julgada. Eram sentimentos fortes. E para coroar, segundo ela, a quantidade de homens "bonitos e gostosos" dispostos a nossa dinâmica cuckold parecia infinita. Muitos que ela considerava acima do padrão dela no Brasil.

A viagem havia acabado em setembro. Em novembro, decidimos comprar passagens e voltar à cidade favorita da minha esposa porque ela não aguentava mais de saudade. Estava tudo planejado para chegarmos no final de dezembro e passar janeiro inteiro lá. Como ela faz aniversário no final do mês de janeiro, foi um bom presente. Dessa vez haveria tempo o suficiente para refazermos tudo que havíamos gostado. E muito mais.

Uma das primeiras coisas que ela fez foi anunciar isso para seu contatinho favorito. Ela queria transar com ele novamente assim que chegássemos, nos primeiros dias se possível. Ver sua esposa tão louca para repetir o sexo com outra pessoa é assustador e ao mesmo tempo extremamente excitante. Ele se fazia de difícil enquanto minha esposa parecia correr atrás e isso me dava uma mistura de sentimentos, mas a excitação sempre falava mais alto.

Eu desconfiava que, se pudesse, ela transaria com aquele cara o mês inteiro, mas eles começaram a ter um joguinho próprio de ego e fingimento de desinteresse, e, percebendo isso, minha esposa mergulhou nos aplicativos com mais vontade. Era um sentimento agridoce que mexia com suas inseguranças então, como forma de proteção, ela buscou um cardápio variado de homens que toparam nos conhecer quando chegássemos no país. Isso a ajudava a afastar o pensamento que seu favorito poderia não ter gostado o suficiente, afinal, homens bonitos apareciam aos montes para ter sexo com ela.

Em meio a tudo, eu me masturbava acompanhando as interações virtuais dela com tantos homens diferentes. Dessa vez não era uma mera fantasia. Ela estava conhecendo, planejando, rankeando uma lista que poderíamos encontrar de verdade, então quando eles estavam trocando nudes e ela vinha me mostrar a pica do cara, a imagem que eu tinha deles transando era quase como algo que certamente aconteceria. As gozadas eram intensas.

Há um choque quando o marido corno percebe que está vivendo com uma esposa que tem uma vida paralela de mulher solteira. Foi como conhecer uma versão desconhecida e selvagem da mulher que eu achava conhecer. Elogiando e sendo elogiada, recebendo cantadas, avaliando a beleza e o potencial de tantos como parceiros sexuais, flertando e se divertindo e dizendo o quanto ela queria ter eles dentro dela. Me pergunto como muitos maridos vão passar seus relacionamentos inteiros sem conhecer a pessoa que está ao seu lado por completo.

"Eu aguento pelo menos uns quatro por semana", ela me disse. "Vai depender da intensidade", continuou. "E do tamanho do pau."

A forma como ela falou, como se fosse um limite que havia descoberto na prática, faria qualquer corno sorrir . Ali estava eu, ajudando o amor da minha vida a calcular quantos caras ela deveria conhecer para transar o máximo possível. Tudo isso nos tornava cada vez mais íntimos e cúmplices.

Ao mesmo tempo, era assustador. Vinha acompanhado de pensamentos do tipo: "minha esposa é isso mesmo? Era isso mesmo? Tão puta assim?", e esse tipo de coisa mexia comigo, mas o pau duro sempre tranquilizava.

Montamos um catálogo com uns vinte e quatro homens. As curtidas no Tinder chegavam aos quatro dígitos em poucos dias e foram se acumulando até chegar a um ponto que era impossível ter menos de mil homens na lista. Como tinha gente querendo foder minha mulher.

A viagem foi se aproximando e eu a via se preparando. Depilação a laser, salão de beleza... Enquanto isso, eu comprava caixas de camisinhas e lubrificantes. Era surreal pensar que poderíamos usar cinquenta preservativos.

Quanto mais o dia se aproximava, mais minha preocupação e insegurança cresciam, chegando a um ponto em que nem sempre a cabeça de baixo vencia. Com o cuckold é sempre assim: uma coisa é imaginar, outra é viver. Imaginar partir numa viagem de mais de um mês para um lugar onde sua esposa quer dar para todo mundo é delicioso; ir de verdade para esse lugar e encarar a realidade envolve muito mais do que estar sozinho no quarto com o pau na mão, sonhando.

"Ele tem que ser o primeiro", minha esposa disse assim que desembarcamos do avião. Referia-se ao seu favorito, o que a tinha comido em setembro e que a fazia ter um brilho no olhar, um sorriso de tesão diferente dos outros, que só conhecíamos online.

Chegamos no Airbnb de madrugada. Ela mandou mensagem para ele antes de dormirmos e ignorou as mensagens das dezenas de outros que sabiam da nossa data de chegada. No dia seguinte, ao ver que ele respondeu, ela quis ser mais ousada.

"Tira uma foto minha assim", falou e ficou de quatro na cama, nua. "Vou mostrar para ele como estou o esperando".

Ela nunca pareceu tão deliciosa, apetitosa e atraente. Tirei a foto, e ela enviou a mensagem. Dessa vez, ele não fez charminho, ficou louco, queria o endereço. Ela me olhou, procurando minha opinião. Havíamos dormido pouco; eu estava com aquela ressaca que a gente sente no réveillon, por ter ido dormir de madrugada. Então ela apoiou minha ideia de descansarmos e deixar aquilo para os próximos dias.

Mas isso não era cem por cento da verdade. Na verdade, nem era a verdade. A verdade é que meu ciúmes e minha insegurança tinham chegado a um nível inédito. Ao ver a foto que ela tirou, ao lembrar o quanto ela estava louca por aquele cara, meu pau amoleceu. O desconforto tomou conta, e eu não me senti preparado para ver a cena deles fodendo.

Fui empurrando esses sentimentos com a barriga. Faltavam dois dias para o réveillon, e fomos curtir a cidade, revisitar os pontos turísticos e conhecer novos. Como falei antes, por mais que parecesse, voltar àquele país não era apenas sobre transar com outras pessoas. Para minha esposa, era viver e experimentar o mundo como sempre sonhou e nunca conseguiu.

Passeávamos pela cidade enquanto ela gerenciava as conversas com os homens pelo Instagram. Nos primeiros dias de 2023 ela voltou a focar em transar e mandou mensagem para seu favorito.

"Ele tem que ser o primeiro", ela repetia, como se quisesse dar o melhor para ele antes que os outros tivessem acesso - e isso me incomodava em pontos ainda desconhecidos.

Diferente da recepção de antes, seu favorito não pareceu tão disponível. Demorava quase um dia inteiro para responder e, quando respondia, dizia que estava ocupado.

"Agora vou mandar algo que ele não vai conseguir ignorar", ela disse, antes de enviar a mensagem: "Estou esperando para você encher meu cu e minha boca de leite."

Foi extremamente gostoso ver ela se entregando dessa forma, mas senti um frio na barriga ao perceber que ela estava oferecendo o cu. E estava oferecendo de um jeito que nunca tinha oferecido pra mim. Anal era algo que eu sabia que ela tinha vontade de fazer com outros, mas eu nunca apoiava cem por cento, porque a gente é corno, mas gosta de se sentir especial e ter algumas coisas que ainda sejam só nossas. E talvez, pelo tabu do cuzinho ser especial e exclusivo, eu me excitasse ainda mais com a ideia de vê-la dando para outro. A maioria dos sentimentos do cuckold são assim: quanto mais forte aquilo parece errado - ou algo que não queremos - mais excitados e cheios de vontade ficamos.

Essa corda bamba de desejos pode ser perigosa de navegar. Topar algo e se arrepender depois pode ser bem doloroso. Exige um autoconhecimento e uma sinceridade elevados. Mas eu ainda demoraria muitos anos para viver algo parecido e entender isso. Naqueles dias, eu só contava com a cabeça de baixo e uma racionalização superficial dos sentimentos. Olhar para trás me faz ver o quanto eu era ingênuo.

A resposta que ele deu surpreendeu a todos: "Vou viajar, só posso nas próximas semanas."

Minha esposa não parecia acostumada a oferecer seu cuzinho e receber esse tipo de resposta. Na época, eu não tinha noção de que ela estava lidando com seus próprios problemas de rejeição e autoestima. Quanto mais esse cara fazia joguinho, mais ela sentia a necessidade de provar que ele estava errado - que ele a queria tanto quanto ela queria ele. Que ela era gostosa o suficiente. Não era apenas sobre sexo. E ver esse cenário me afetou. Eu não sabia nomear, mas era evidente: ver minha mulher tão disposta a se doar para um homem que parecia não valorizá-la me incomodava. Como eu havia passado seis anos para fazer anal com ela e aquele cara ganharia no segundo encontro e ainda estava tratando daquela forma?

Aquele tipo de sentimento, de conflito, era novo para nós dois. Então, obviamente, não conseguíamos traduzir com clareza o que estávamos sentindo. Como bons seres humanos, fizemos o que sempre se faz: reagimos às emoções sem compreendê-las por completo.

O resultado disso? No mesmo dia em que seu favorito rejeitou o que parecia inegável, ela foi buscar todos os outros vinte e quatro homens com quem havia mantido contato. Estava disposta a dar para todo mundo. Quase como uma forma de vingança. E eu? Tentei, e fiquei, excitado ao ver minha esposa querendo foder como uma puta. Não é esse o sonho de todo cuckold?

Chamou seu segundo favorito para um encontro. Sim, ela tinha uma lista de prioridades. Iríamos seguir o mesmo plano da primeira vez: encontrá-lo antes para um café e, se todos ficassem à vontade, ela transaria com ele enquanto eu assistia.

Dessa vez era noite. Ela se arrumou com o maior decote que eu já tinha visto ela usar. Era incrível como, naquele país, e se vestindo para seduzir outros, minha esposa parecia uma outra mulher. Até as fotos que ela havia criado o hábito de tirar no espelho do hall de entrada cheiravam a sexualidade. Sempre desejei que ela mostrasse mais o corpo, mas os julgamentos e olhares de reprovação que sofria no Brasil a impediam de querer fazer isso. Já naquele país os únicos olhares que ela recebia era de desejo.

Para nossa surpresa e revolta ficamos plantados durante quarenta minutos, até que o cara mandou uma mensagem dizendo que não poderia ir por causa de uma emergência familiar.

Minha esposa ficou frustrada e passou a questionar a veracidade da justificativa. Começava cada vez mais a se abalar e a questionar sua frágil autoestima. Demos outra chance ao mesmo cara no dia seguinte. Dessa vez, ele teve a decência de cancelar no começo da noite e não nos deixou plantados. Minha esposa tentou buscar outro de última hora e acabou descobrindo que parte deles simplesmente havia sumido e provavelmente a tinham bloqueado e excluído.

Naqueles tempos, esses movimentos dos homens eram incompreensíveis para minha mulher. Ela começou a se questionar, me perguntando se havia algo errado ou feio nas fotos recentes que postara, ou se havia falado algo errado nas conversas. Ela não conseguia entender como aquele pessoal havia rejeitado um sexo fácil e começava a pender para uma conclusão: que o problema era ela.

Eu sabia que essa não podia ser a única explicação, mas ainda éramos jovens demais nessa vida de cuckold para entender. Muitos homens topam, mas sentem medo e fogem na hora. Outros querem apenas o virtual, fingem que querem mais do que isso - até que se torne insustentável. Infelizmente, muitos pouco se importam com algo além dos próprios prazeres. Hoje, para nós, é normal, e até bem fácil, detectar o perfil do homem logo nas primeiras frases trocadas numa conversa, mas naqueles tempos de nada sabíamos, então eu não conseguia convencer minha mulher de nada além do que ela acreditava.

Logo nossa vasta lista de vinte e poucos candidatos e exauriu e não havíamos conseguido ter um único encontro! Minha esposa voltou ao Tinder e tentou conhecer mais gente. Fazíamos muito sexo virtual mas nada de um encontro de verdade.

Ela estava começando a ficar bem frustrada. Usava suas roupas sexys pra irmos a baladas e passeios e ela recebia vários olhares mas nada de conseguir alguém para transar.

"Eu sou quero alguém para me comer, como isso pode ser tão difícil?", ela falava.

Do meu lado, eu começava a ficar bem incomodado com o "poder" que todos aqueles homens pareciam exercer sobre ela. Sem falar nos "quase encontros" que eram desmarcados em cima da hora e me deixavam com uma ansiedade que não era extravasada.

Tudo piorou quando ela pareceu desistir de arrumar alguém novo e voltou a correr atrás do seu favorito. Ele demorava ainda mais a responder porque, aparentemente, ainda estava em viagem com a família, o que tornava tudo ainda mais humilhante.

Brigamos por isso. Eu estava cansado de ver minha esposa naquela posição. Não podia negar que era excitante e prazeroso, mas sentir isso parecia errado. Ela precisava acreditar que era bonita, que o problema não estava nela, que havia incontáveis variáveis fora do nosso controle.

Aqui entra terapia. Dos dois lados. Percebemos muita coisa sobre nós mesmos. Becos desconhecidos das nossas mentes. Traumas que, se a gente deixa solto, nos controla, rege a forma como vivemos e nem nos damos conta. Naquele momento da prática do meu fetiche cuckold, os traumas dela e os meus entraram em choque.

Aí relaxamos. Continuamos buscando alguém mas sem aquela pressa, aquela sede que ela tinha de provar algo. Não estava dando certo e decidimos focar em seguir curtindo a viagem de outras formas.

Comemorarmos o aniversário dela e, apesar dos pesares estávamos bem felizes e satisfeitos com o que tínhamos passado e superado até ali.

Antes dela soprar a vela, me avisou que faria um pedido. Perguntei o que era.

"Se for realizado eu conto", disse rindo.

No fim da penúltima semana, já não havia mais esperanças. A caixa de camisinhas seguia intocada, símbolo da ilusão que havíamos criado.

Então, numa segunda-feira à tarde, fui acordado por minha esposa com um boquete inesperado. É claro que eu não podia reclamar, mas quando vi o sorriso safado dela, logo suspeitei do que havia acontecido.

"Olha só quem mandou mensagem implorando", ela disse, mostrando o celular. Seu favorito parecia um cachorrinho sem dono.

"Falei que ia esperar você acordar e ver se tínhamos tempo", comentou. "Se você não quiser, tudo bem. Já estou satisfeita só de ver ele assim."

Ela falava isso enquanto me chupava.

"Mas se quiser... Posso ser a putinha dele mais uma vez", disse, voltando a me chupar.

Segurei sua cabeça no meu pau e disse que não, que ela era a minha putinha. Ela riu com uma cara de safada.

"Sou sim. Toda sua. Mas isso não me impede de chupar o pau dele assim também, né?"

Era tão tentador ouvir a voz dela enquanto me chupava.

"Quero mostrar pra ele tudo que ele perdeu. Tudo que você tem", continuou.

Nunca a tinha visto tão puta. Não resisti: a coloquei de quatro e exigi ver tudo que era meu. Tudo que ela queria dar pra ele.

Sua buceta estava molhada, mais que preparada para me receber.

"Me fode com força", ela pediu.

E foi o que fiz. Do jeito mais forte que eu podia. Mais forte do que jamais havia feito. A imagem dela com ele, da primeira vez, não saía da minha cabeça. Do quanto ele só enrabava sem dó, do quanto ela gostava daquilo, do quanto eu não tinha chegado perto de fazer daquele jeito por achar que a machucaria. Foi vendo outro homem foder minha esposa que aprendi: ela gostava de ser comida com toda a força.

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